Dra. Ieda Cavaletti
Fundadora e diretora clínica
CRO-PR 7977
Atende em Goioerê, Maringá e Cafelândia
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O enxerto ósseo dentário recompõe o osso que diminuiu depois da perda do dente, para que o implante tenha onde se firmar.
O osso da boca depende do estímulo da mastigação para se manter. Sem a raiz do dente, a região vai afinando ano após ano, e às vezes sobra pouco osso para ancorar um pino.
O enxerto devolve volume a essa área. Ele não é o tratamento em si: é a preparação que torna o implante possível, e por isso vem antes.
O enxerto quase nunca aparece sozinho: ele existe para viabilizar o implante dentário, e é a tomografia que diz se ele é mesmo necessário. O tempo de espera entra no cronograma antes da cirurgia, não depois. Detalhamos o processo em enxerto ósseo, por que ele é indicado.
A tomografia, que a gente encaminha para fazer fora, mostra altura e espessura do osso em cada ponto. É ela que define se o enxerto é necessário e de que tipo.
Com anestesia local, a gente abre a gengiva, posiciona o material de enxerto na área e fecha com sutura.
O organismo substitui aos poucos o material por osso próprio. É o período de espera antes do implante.
Uma nova tomografia, também encaminhada, confirma o volume conquistado e libera, ou não, a instalação do implante.
4 a 9 meses de maturação antes do implante, conforme o tipo de enxerto e a resposta do organismo
Nos primeiros dias, gelo por fora, alimentação fria e nada de esforço físico. Evite cuspir com força, usar canudo e mexer na região com a língua: a estabilidade do coágulo é o que protege o enxerto.
A escovação continua nos demais dentes e fica suave na área operada, com o antisséptico indicado. Fumar no período de cicatrização é o fator que mais compromete o resultado.
Pode vir de outra região da sua própria boca, de material de origem bovina processado ou de material sintético. A escolha depende do tamanho da área e do tipo de defeito ósseo, e é discutida com você antes da cirurgia.
Não. A maioria dos casos avaliados cedo, com osso preservado, dispensa o procedimento. O enxerto entra quando a tomografia mostra osso insuficiente em altura ou espessura para ancorar o pino com segurança. Por isso a tomografia vem antes de qualquer decisão sobre a cirurgia.
Pode, e isso está previsto no acompanhamento. Infecção, tabagismo, trauma na região e doenças descompensadas aumentam o risco. Quando ocorre, a área é reavaliada e o procedimento pode ser refeito depois da cicatrização. A reavaliação por imagem existe justamente para flagrar isso a tempo.
É um tipo específico de enxerto, feito na região dos molares de cima. Ali o seio maxilar, uma cavidade natural do crânio, costuma descer quando o dente é perdido, e sobra pouca altura de osso para o implante. O procedimento eleva a membrana que forra esse seio e coloca enxerto no espaço criado. A tomografia é o que mede essa altura antes.
Ela funciona como uma barreira sobre o enxerto. O tecido da gengiva cicatriza mais rápido que o osso, e sem a barreira ele ocuparia o espaço que deveria virar osso novo. A membrana segura esse lugar durante a maturação, e conforme o tipo ela é reabsorvida sozinha ou removida depois.
Em enxertos pequenos, às vezes sim, na mesma cirurgia. Quando falta muito osso, os dois procedimentos são separados, porque o pino precisa de osso já maduro para se estabilizar desde o primeiro dia. A tomografia é o que separa uma situação da outra.
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