Diagnóstico por imagem

Raio-X periapical

A radiografia de perto, dente a dente, feita na própria cadeira.

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Como funciona

O periapical mostra um dente inteiro, da coroa até a ponta da raiz, mais o osso ao redor dela. É a imagem que responde perguntas curtas e precisas: a cárie chegou ao nervo, o canal está bem preenchido, existe infecção na ponta da raiz, a restauração está bem adaptada.

Ele não substitui o panorâmico, que mostra toda a arcada de uma vez. Os dois respondem perguntas diferentes, e é a pergunta que define qual entra.

Nas três unidades o aparelho é portátil: ele vai até a cadeira, em vez de você ir até uma sala de exame. Isso encurta a consulta e permite conferir uma etapa no meio do procedimento, como a medida de um canal, sem interromper o atendimento.

O que muda para você

  • A imagem sai na própria cadeira, sem trocar de sala
  • Permite conferir uma etapa no meio do procedimento, como a medida do canal
  • Campo pequeno e dirigido ao dente em questão

Onde está

Goioerê

Av. Daniel Portela, 222 - Centro

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Maringá

Av. Pedro Taques, 2407A - Jardim Alvorada

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Cafelândia

Av. Pres. Juscelino, 497 - Sala 01 - Centro

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Desmistificando

O que se fala e o que acontece.

As dúvidas que mais aparecem na cadeira sobre este recurso, respondidas sem rodeio.

Dizem que

Radiografia da boca faz mal.

Na prática

O periapical usa um campo pequeno e dirigido a um dente. A conduta que protege você não é recusar o exame, é fazer só o que muda a decisão clínica: exame pedido por hábito é exposição sem contrapartida, e exame recusado quando ele decide o tratamento é diagnóstico feito no escuro.

Dizem que

Se o dente não dói, não precisa de raio-X.

Na prática

Boa parte do que o periapical encontra não dói ainda: cárie entre dentes, infecção na ponta da raiz, fratura de raiz. A dor costuma ser o aviso tardio, não o primeiro. Por isso a indicação vem do exame clínico, e não do sintoma.

Dizem que

Aparelho portátil é improviso.

Na prática

Portátil é uma categoria de equipamento regulada como qualquer outra, com requisitos de proteção próprios. O que muda é a logística, o aparelho vai até a cadeira, e não o rigor: a proteção do paciente e as regras de operação continuam valendo.

Dizem que

Já fiz panorâmico, então não preciso do periapical.

Na prática

O panorâmico mostra o conjunto e perde detalhe de cada dente; o periapical mostra o detalhe de um dente e não mostra o conjunto. Em tratamento de canal, por exemplo, o panorâmico não tem resolução para acompanhar a instrumentação.

Critérios técnicos

O que sustenta a escolha.

Os parâmetros que a equipe olha antes de indicar este recurso, com a fonte de cada número.

Aparelho de cada unidade
Os três equipamentos são portáteis e de marcas diferentes: Handy XR em Cafelândia, WoodPecker em Goioerê e YouJoy em Maringá. A conduta clínica é a mesma nas três praças; o que varia é o modelo em uso.
Norma aplicável no Brasil
A RDC 611/2022 da Anvisa organiza os requisitos sanitários dos serviços de radiologia diagnóstica, e a radiografia intraoral, que é a categoria do periapical, entra nesse mesmo arcabouço, com proteção do paciente e orientação visível na sala.
Justificação do exame
Vale aqui o mesmo princípio dos outros exames de imagem da casa: só quando o resultado pode mudar a decisão clínica, com a menor dose que ainda produz a imagem necessária. É isso que define a frequência, não o calendário.
Ordem de grandeza da dose
O periapical é o exame de menor campo entre os três de imagem que a clínica faz, porque enquadra um dente por vez. Para referência de escala, a média mundial de radiação natural de fundo é de 2,4 mSv por ano, ou cerca de 6,6 µSv por dia.
Registro e comparação
A imagem fica no seu prontuário, o que permite comparar o mesmo dente ao longo do tempo. É assim que se acompanha a cicatrização de um canal depois de tratado, por exemplo, sem repetir exame que já existe.

A nossa escolha

Por que usamos o raio-X periapical portátil

O periapical é o exame mais banal da odontologia, e é justamente por isso que ele merece explicação. Ele aparece tantas vezes ao longo de um tratamento que vira paisagem: mais uma chapinha, mais um clique, e ninguém conta para você o que está sendo procurado ali.

A gente prefere dizer. Em tratamento de canal, por exemplo, o periapical entra mais de uma vez na mesma sessão, porque é ele que confirma até onde o instrumento chegou e se o preenchimento fechou o canal inteiro. Não é repetição por descuido: cada imagem responde uma pergunta diferente da anterior.

Escolhemos aparelhos portáteis nas três unidades por um motivo prático. Levar o equipamento até a cadeira evita interromper o procedimento no meio, com o paciente anestesiado, para caminhar até outra sala. Quem já passou por isso sabe o quanto a interrupção pesa.

E vale o limite de sempre: ter o aparelho ao lado da cadeira não virou motivo para radiografar por hábito. Se a imagem não muda a conduta, ela não é feita.

Equipe Cavaletti Odontologia

Onde a gente usa

Os tratamentos em que este recurso entra. Se o seu caso é um deles, a conversa já começa com o diagnóstico na mão.

Também na clínica

Raio-X panorâmico

Dentsply Sirona

A radiografia que mostra toda a arcada de uma vez, feita na própria clínica.

Goioerê · Maringá · Cafelândia

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