A nossa escolha
Por que usamos o scanner intraoral Virtuo Vivo, da Straumann
Quem já teve uma moldeira cheia de massa na boca sabe descrever a sensação sem precisar de adjetivo. São dois, três minutos de imobilidade com gosto ruim e a impressão de que não vai dar para respirar. Para quem tem reflexo de vômito, esses minutos são o motivo de adiar tratamento por anos.
O escaneamento resolveu isso de um jeito quase banal: uma câmera do tamanho de uma caneta percorre os dentes, e o modelo aparece na tela enquanto você acompanha. Se um trecho ficou incompleto, a gente repete só aquele trecho, na hora. Nada de nova moldeira.
Mas o ganho que muda o tratamento é o outro, o que você não vê. O arquivo que sai daqui é exatamente o que o laboratório recebe, e é sobre ele que a peça é feita. A prova na boca deixa de ser uma etapa de descoberta e passa a ser conferência, o que significa menos ajuste na cadeira e menos volta ao consultório.
Escolhemos um sistema aberto por precaução, e vale explicar o que isso quer dizer: o seu arquivo não fica preso à marca do nosso equipamento. Se um dia trocarmos de laboratório, de software ou de scanner, o seu caso vai junto, sem precisar escanear de novo.
Equipe Cavaletti Odontologia