A nossa escolha
Por que usamos o fluxo digital na clínica
Pense em como uma prótese nascia até pouco tempo atrás. Um molde de massa virava um modelo de gesso, o gesso viajava até o laboratório, o laboratório fazia a peça sobre aquele gesso, e a peça voltava para ser provada na boca. Quatro traduções da mesma informação, e em cada uma delas entrava um desvio pequeno.
O detalhe cruel é que esses desvios se somavam em silêncio e só apareciam no fim, com você sentado na cadeira, sentindo que a mordida ficou alta. Aí começava a fase dos ajustes, que ninguém combinou no orçamento e que todo mundo aceita como se fosse natural.
Trabalhar sempre no mesmo arquivo não torna o tratamento perfeito, mas tira essa soma de desvios do caminho. Clínica e laboratório olham o mesmo modelo, e quando algo precisa ser refeito, a gente refaz a partir do arquivo, não da estaca zero.
Ainda usamos etapa convencional onde ela funciona melhor, e isso não é contradição. O digital aqui é caminho preferencial, escolhido caso a caso, e não uma regra que a gente cumpre para a clínica parecer moderna.
Equipe Cavaletti Odontologia