Nuestra elección
Por qué usamos o Orthophos XG 3D, da Dentsply Sirona
Tem uma cena que a gente conhece bem: o paciente sai da consulta com um pedido de exame na mão, procura uma clínica de imagem, espera a vaga, faz o raio-X, recebe um envelope e volta uma semana depois sem entender nada do que está ali dentro. Entre a dúvida e a resposta, passaram-se dez dias e três deslocamentos.
Ter o aparelho aqui dentro encurta essa história para uma tarde. A imagem sai na mesma visita, e a gente olha a tela junto com você, apontando a raiz que está deitada, o osso que afinou, o dente que não nasceu. Você não sai com um envelope; sai sabendo o que tem.
Quando chegou a hora de escolher o equipamento, preferimos um aparelho que faz as duas coisas, panorâmico e volume, em vez de dois separados. Não foi economia de espaço: é que, no meio de uma avaliação, descobrir que o caso precisa de medida em três dimensões não deveria significar remarcar tudo.
E existe o outro lado, que a gente também faz questão de dizer. Ter raio-X próprio não virou motivo para pedir exame por hábito. Radiografia aqui entra quando o resultado pode mudar a decisão sobre o seu tratamento. Se não muda, não se faz.
Equipo Cavaletti Odontologia