Dra. Ieda Cavaletti
Fundadora e diretora clínica
CRO-PR 7977
Sees patients in Goioerê, Maringá and Cafelândia
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A prótese total, que muita gente chama de dentadura, repõe todos os dentes de uma arcada e se apoia na gengiva.
Quando não sobra nenhum dente em uma arcada, a prótese total repõe o conjunto inteiro. Ela se apoia na gengiva e no rebordo ósseo, e é removida para a higiene.
É a solução mais acessível para quem perdeu todos os dentes, e melhora mastigação, fala e o próprio jeito de se apresentar. Uma revisão sistemática que acompanhou o assunto a longo prazo aponta ganho consistente na qualidade de vida relacionada à saúde bucal de quem passa a usá-la.
Também tem limite, e ele é honesto de dizer: como se apoia no rebordo, a prótese total depende do osso que restou, e esse osso continua diminuindo com os anos. É por isso que muita gente, depois de um tempo, procura a prótese protocolo, que se apoia em implantes e não sai da boca.
A gente examina a gengiva e o osso que sustentam a prótese, e a imagem mostra quanto rebordo restou. É isso que define a estabilidade que dá para esperar.
São mais de uma: a primeira registra o contorno geral e a seguinte, com moldeira individual, registra o detalhe. É esse detalhe que faz a prótese assentar.
Antes de finalizar, os dentes são provados em cera. Aqui se acerta cor, formato e altura da mordida, com você olhando no espelho e opinando.
A prótese pronta é instalada e ajustada. Os primeiros dias pedem retornos para aliviar pontos de pressão, e isso faz parte do tratamento, não é sinal de erro.
4 a 8 semanas entre a primeira moldagem e a entrega, conforme o número de provas e a cicatrização quando há extração antes
A prótese é escovada depois das refeições, com escova própria e sabão neutro, nunca com pasta de dente comum, que risca o acrílico. À noite, ela descansa fora da boca, imersa em água, para a gengiva respirar.
A boca também precisa de higiene: gengiva, língua e céu da boca são escovados com escova macia. E a revisão continua existindo, mesmo sem dentes, porque o rebordo muda e a prótese precisa acompanhar.
A estabilidade depende do rebordo que restou. Prótese superior costuma segurar melhor, porque se apoia também no céu da boca; a inferior é a que mais incomoda, porque a língua e o pouco rebordo trabalham contra. Quando a instabilidade atrapalha a vida, o caminho costuma ser apoiar a prótese em implantes.
Não existe prazo fixo, mas o osso do rebordo diminui com os anos e a prótese vai perdendo o encaixe. Reembasamento resolve por um tempo, ajustando a base ao novo contorno; quando o desgaste dos dentes ou a perda de adaptação passam do ponto, ela é refeita.
O indicado é retirar para dormir. A gengiva fica comprimida o dia todo e precisa desse intervalo, e o uso contínuo favorece inflamação e candidíase na mucosa. Deixe a prótese imersa em água, para o acrílico não ressecar.
Costuma dar, e é procura comum. O que decide é quanto osso restou, o que a tomografia mostra. Quando falta osso, o enxerto entra antes. Muita gente faz esse caminho por etapas, começando pela prótese total e migrando quando é possível.
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